Nurturing Innovation

Autores: Anne-Laure Fayard (Nova Business School), Jess Majekodunmi, Martina Mendola, Rachel Kenny (Accenture) | Publicação: HBR, Mar-Abr 2024

Tese central: O maior problema da inovação não é falta de ideias — é a incapacidade de sustentar a colaboração ao longo do tempo. Hackathons e aceleradores focam em gerar conexões iniciais, mas quase nada acontece depois. Intermediários bem estruturados são o que transforma colisões de ideias em inovação real.

O argumento central

“Business in the 20th century was defined by having a competitive advantage. Business in the 21st century will be defined by having a collaborative advantage.” — Daniel Epstein, CEO da Unreasonable Group

A maioria das iniciativas de inovação (hackathons, open innovation) falha porque:

  • Foca em facilitar a “colisão de ideias e talentos” sem planejar o longo prazo
  • Participantes entram com boa intenção mas subestimam o que vem depois
  • Sem suporte estruturado, as conexões iniciais não se desenvolvem em relações de trabalho produtivas

Os 3 passos que intermediários precisam apoiar

  1. Making Connections — não apenas colocar pessoas juntas; spark trusting relationships (relações de confiança, não apenas contatos)
  2. Developing relationships — transformar conexões em parceiros reais de trabalho
  3. Sustaining & refreshing — manter e renovar as relações à medida que a colaboração evolui

Exemplo: Unreasonable Impact (Barclays + Unreasonable Group)

Programas de 5-7 dias para growth-stage businesses com sessões sobre necessidades críticas (mudanças regulatórias, escalar manufatura etc.) + oportunidade de conexão e feedback entre empreendedores. Resultado acumulado: 300+ ventures em 53 países, >$7B em receita, 25.000+ empregos.

Conexões