The Vital Role of the Outgoing CEO
Autores: Rebecca Slan Jerusalim, Navio Kwok (Russell Reynolds) | Publicação: HBR, Jul-Ago 2024
Tese central: A literatura de sucessão de CEO foca quase exclusivamente no que o CEO entrante precisa fazer — mas o papel do CEO sainte é igualmente determinante para o sucesso da transição. Quando o CEO sainte está emocionalmente bem e engajado no processo, a transição tem mais sucesso.
Os 5 cruzamentos psicológicos do CEO sainte
- Iniciar a sucessão — a maioria (83%) inicia por razões temporais (idade/tempo de mandato), necessidades futuras da organização ou razões pessoais
- Abrir mão do controle — o desafio de transferir autoridade para alguém ainda sem legitimidade estabelecida
- Gerir as emoções — o cargo frequentemente se tornou uma identidade central; deixá-lo pode ser profundamente emocional
- Planejar o que vem depois — muitos CEOs chegam ao processo sem resposta clara para “o que farei depois?”
- Desapegar do cargo e da organização — o desapego emocional é necessário para que o sucessor ganhe espaço real
O que determina o sucesso da transição
- CEO sainte com forte relacionamento com o board → transição mais tranquila
- CEO sainte ativamente engajado em ajudar a escolher o sucessor → maior tenure do sucessor e menor turnover no top team
- CEO sainte com ambivalência ou arrependimento → transições turbulentas
Conexões
- Relacionado: How CEOs Build Confidence in Their Leadership - Ciampa et al — o outro lado da mesma moeda (CEO entrante)
- Relacionado: A Odisseia da Liderança — o CEO sainte também precisa percorrer uma odisseia: de identidade como CEO para nova identidade pós-cargo